O quadro com 48 seleções da Copa do Mundo de 2026 está definido após a RD Congo e o Iraque garantirem as duas últimas vagas por meio dos recentes playoffs intercontinentais. Os Leopardos e os Leões da Mesopotâmia ficarão nos Grupos K e I, respectivamente, juntando-se a Portugal, Uzbequistão, Colômbia, França, Senegal e Noruega.
Por muito tempo, o termo “Grupo da Morte” foi utilizado em várias edições da Copa do Mundo, já que sempre havia um grupo que se destacava por concentrar mais força. No entanto, com o aumento significativo do número de seleções nesta edição, o talento está mais distribuído.
Ainda assim, há alguns grupos que parecem mais difíceis do que outros. E hoje, o SBOTOP analisa quatro deles.
Grupo I (França, Senegal, Iraque, Noruega)
O Grupo I parece ser o mais difícil de se classificar, já que nenhuma das quatro seleções está fora do Top 60 do ranking atualizado da FIFA. No momento da redação, a França é a número 1, Senegal é o 14º, Noruega é a 31ª e Iraque é o 57º.
As odds da Copa do Mundo 2026 colocam a França como uma das principais favoritas ao título, devido ao seu elenco recheado e à experiência coletiva. Les Bleus têm tanta profundidade que podem montar dois times titulares fortes, com Didier Deschamps — que sabe o que é vencer uma Copa do Mundo — ainda como técnico.
O Senegal conquistou recentemente a Copa Africana de Nações, e os Leões de Teranga também contam com um forte contingente europeu. A Noruega também é uma equipe séria, com Erling Haaland, Martin Odegaard e Alexander Sorloth entre suas principais estrelas, capazes de protagonizar grandes momentos na Copa. O Iraque provavelmente terminará em último, mas está determinado a surpreender, considerando tudo o que enfrentou dentro e fora de campo nas últimas semanas.
Grupo F (Holanda, Japão, Suécia, Tunísia)
Pode-se argumentar que o segundo grupo mais difícil é o Grupo F, com Holanda, Japão, Suécia e Tunísia ocupando, respectivamente, a 7ª, 18ª, 38ª e 44ª posições no ranking da FIFA.
A Holanda é a seleção mais forte do grupo, devido ao seu sólido elenco europeu. Muitos dos principais jogadores da última Copa ainda estão ativos, combinados com jovens promissores, sob o comando do técnico Ronald Koeman.
O Japão sempre foi um adversário complicado e avançou para o mata-mata em quase todas as suas últimas seis participações em Copas do Mundo. Com um contingente europeu crescente, o técnico Hajime Moriyasu terá várias opções de qualidade.
A Suécia também é forte, com Graham Potter como técnico. Victor Lindelof é o capitão, e Viktor Gyokeres é a principal ameaça ofensiva. Se Alexander Isak se recuperar, será ainda mais perigoso. Anthony Elanga, Hugo Larsson, Lucas Bergvall e Yasin Ayari também terão papéis importantes para o Blågult.
A Tunísia pode terminar em último, mas tentará fazer valer sua participação nos Estados Unidos e no México, com Ellyes Skhiri e Rani Khedira liderando a equipe.
Grupo L (Inglaterra, Croácia, Gana, Panamá)
A Inglaterra espera há muito tempo para encerrar seu jejum de títulos, e pode ter essa chance este ano, começando no Grupo L, ao lado de Croácia, Gana e Panamá.

Assim como a França, a Inglaterra também conta com jogadores de classe mundial em praticamente todas as posições, com Thomas Tuchel — uma melhoria em relação a Gareth Southgate — no comando técnico. Harry Kane será novamente o capitão, com Jude Bellingham, Declan Rice e Jordan Pickford como peças-chave.
A Croácia conta com veteranos experientes e renovou seu elenco com jogadores como Igor Matanovic, Luka Sucic e Josko Gvardiol. Gana tem nomes como Antoine Semenyo, Inaki Williams e Kamaldeen Sulemana, com Jordan Ayew como capitão. O Panamá, 33º no ranking da FIFA, é composto por jogadores menos conhecidos que querem aproveitar ao máximo sua participação.
Grupo C (Brasil, Marrocos, Haiti, Escócia)
Brasil, Marrocos e Escócia disputarão as duas primeiras posições no Grupo C, enquanto o Haiti deve terminar em último.
Sob o comando de Carlo Ancelotti, o Brasil está determinado a fazer uma grande campanha, com uma mistura única de talentos locais e jogadores atuando na Europa. Marrocos chamou a atenção ao terminar em quarto lugar em 2022 e foi, de forma controversa, apontado como campeão da Copa Africana de Nações. A Escócia retorna pela primeira vez desde 1998, com muitos de seus principais jogadores atuando na Serie A.
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